Na prece o sujeito pede uma ajuda. Não se engana em desejar que o que ele sonha se realize. Porque sonhos não se realizam, eles são realizados.
O que lhe é dado é um suporte. Mão que levanta, bálsamo que cicatriza, muleta que ajuda a andar. Deve existir a vontade do sujeito de se curar, assim como a coragem de seguir caminhado, após a queda.
Sejam bem vidos, sonhadores e sonhadoras. O menestrel transmite a mensagem que lhe é repassada. O bardo anuncia a obviedade do improvável. Não existe viver sem sonhar. A existência sem sonho é sobrevivência.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Como que a pluma
Uma pluma esvoaçante...
Ela segue a brisa da tarde
Poema que se escreve no ar
Fecho os olhos
Deixo a brisa me levar
É preciso calma, entrega
Acompanhando a pluma
Que rodopia, levita
Ocupa espaço no lugar
Pluma, ilusões
Vento, transformações
Doce exercício voar
Ela segue a brisa da tarde
Poema que se escreve no ar
Fecho os olhos
Deixo a brisa me levar
É preciso calma, entrega
Acompanhando a pluma
Que rodopia, levita
Ocupa espaço no lugar
Pluma, ilusões
Vento, transformações
Doce exercício voar
sábado, 17 de outubro de 2009
Eu sou...
Eu sou... estou?
Pessoa, personas,
A mais conhecida
É a que chamam de Dário
Estou, estados
Paciência que tenho
O encontro contigo
Eu sou, o que amo
Amigos, família
Meus sonhos
Conquistas...
Estou os meus limites
Vitórias futuras
Alicerces para os sonhos
Que estão no céu
Pessoa, personas,
A mais conhecida
É a que chamam de Dário
Estou, estados
Paciência que tenho
O encontro contigo
Eu sou, o que amo
Amigos, família
Meus sonhos
Conquistas...
Estou os meus limites
Vitórias futuras
Alicerces para os sonhos
Que estão no céu
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Logo
Triste aquele que não reconhece uma razão para estar aqui. É como alguém que sai de casa e não sabe onde quer chegar. Estar perdido na sua própria existência.
Eis a verdadeira escuridão. Andar sem saber onde quer chegar. Não ter a vela de um sonho que ilumine a sua trilha.
Há que se manter o coração aberto. Ouvir o que o vento tem a dizer. A luz atravessa as trevas. Ninguém pode deter a alvorada.
Eis a verdadeira escuridão. Andar sem saber onde quer chegar. Não ter a vela de um sonho que ilumine a sua trilha.
Há que se manter o coração aberto. Ouvir o que o vento tem a dizer. A luz atravessa as trevas. Ninguém pode deter a alvorada.
domingo, 4 de outubro de 2009
"De onde vens?"
Por vezes eu irei me deparar com situações para as quais não terei resposta. São as surpresas do caminho que podem levar a uma crise. Vem o medo, pela fantasia que crio para o desconhecido.
Se faz então válido recorrer àquele questionamento; "de onde vens?". Existem coisas que ficaram na memória e ainda não foram desveladas. Principalmente os ensinamentos daquelas pessoas que já eram velhas quando viemos a este mundo.
Vai bater aquela saudade. Chego a ter a impressão de que há algo do passado que foi perdido, que dá a sensação de que nesse tempo era melhor de se viver.
O tempo das lembranças não respeita o tic tac do relógio. Aconteceu há alguns instantes.
Se faz então válido recorrer àquele questionamento; "de onde vens?". Existem coisas que ficaram na memória e ainda não foram desveladas. Principalmente os ensinamentos daquelas pessoas que já eram velhas quando viemos a este mundo.
Vai bater aquela saudade. Chego a ter a impressão de que há algo do passado que foi perdido, que dá a sensação de que nesse tempo era melhor de se viver.
O tempo das lembranças não respeita o tic tac do relógio. Aconteceu há alguns instantes.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
"Girassol"
Os tempos são senhores dos dois destinos. Isso sim, porque há aquele tempo em que escolhemos arriscar pela coragem de sermos nós mesmos, de apostar tudo em um sonho. Um sonho deve ser um plano para algo que não existe, porque o que existe não precisa mais ser criado. Enquanto seres divinos que somos devemos ter em mente que o sentido mais verdadeiro que a vida pode ter é o de proporcionar que nos tornemos o mais criativo possível. Se fosse para existir no tempo da rotina viver não faria nenhum sentido.
Só é viver quando perseguimos a luz, como o girassol que busca o astro maior. Escolher a Vida é estar em paz, é plantar a paz.
São vários destinos que podemos escolher, mas todos eles se resumem a dois. O do tempo da mono-tonia (único tom, que chatice!) ou o tempo que não se mede. Não precisa ser medido, na verdade. Não se está em atraso , porque não há lugar mais importante a se visitar. Só preciso estar aonde estou.
Voltemos a ter olhos de criança! Tudo volta a ser novidade.
Só é viver quando perseguimos a luz, como o girassol que busca o astro maior. Escolher a Vida é estar em paz, é plantar a paz.
São vários destinos que podemos escolher, mas todos eles se resumem a dois. O do tempo da mono-tonia (único tom, que chatice!) ou o tempo que não se mede. Não precisa ser medido, na verdade. Não se está em atraso , porque não há lugar mais importante a se visitar. Só preciso estar aonde estou.
Voltemos a ter olhos de criança! Tudo volta a ser novidade.
domingo, 27 de setembro de 2009
A obra prima convoca o silêncio
O que se pode falar diante de uma obra prima? Por melhor que se fale pode parecer redundância. A obra já fala por si. Não quer dizer nada e fala exatamente sobre aquilo que é. Isso porque o que se mostra verdadeiramente não precisa falar de si, pois, neste caso, falar de si seria um intermédio entre aquilo que se é e o que se quer dizer.
Não precisar falar nada é chegar ao fim do processo de desnudar-se, onde se tem a coragem de se mostrar o que se é. A fala torna-se desnecessária porque aquilo que se mostra verdadeiro toca diretamente a alma, como na música.
Basta saber contemplar. Com-templando podemos presenciar o milagre da re-criação.
Não precisar falar nada é chegar ao fim do processo de desnudar-se, onde se tem a coragem de se mostrar o que se é. A fala torna-se desnecessária porque aquilo que se mostra verdadeiro toca diretamente a alma, como na música.
Basta saber contemplar. Com-templando podemos presenciar o milagre da re-criação.
Assinar:
Postagens (Atom)